Sigo tua sombra em silêncio,
te rondo porque te tenho vivo em mim.
E a perdida ingrata em teu peito sou eu.
Que sussurra afagos
e em olhares perdidos lamenta ao tempo,
as rajadas de vento úmido
que seca o suor teu em meu rosto.
que seca o suor teu em meu rosto.
À noite, quando a lua mingua longe,
uma canção toca ao pé do ouvido
e ela tem teu nome,
um rastro de riso,
um susto inesperado no escuro.
A dúvida que é dádiva
é a mesma que amedronta a alma.
E meus pés teimosos não te deixam vagar só.
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