mercredi 30 avril 2008

Para não dizer que foi banal

(Rascunho)

Depois da conversa, um semi-monólogo, que não durara mais que 3 minutos, ela saiu andando em direção à sua casa; derramou duas ou três lágrimas só para sentir que não teria sido em vão, que não havia perdido seu tempo, só para constar algum cisco no coração.
Seguiu até a porta de sua casa, quando decidiu mudar de direção, continuou andando. um bar diferente0 talvez, pessoas com olhos diferentes, olhares mais ressaqueados, quem sabe. só não queria ficar com aquele gosto de sem sentido, de tempo perdido, de não sentido, nem sofrido. Não sabia o que poderia vir dalí em diante. Só esperava não repetir os mesmos passos, em calçadas já conhecidas.

3 commentaires:

Anonyme a dit…

rascunhos...
muito bom.

Anonyme a dit…

legal! poema-comprimido. literalmente falando!

=P

Anonyme a dit…

calço os passos
do meu andar
destemido
a virar a esquina
do próximo passo
sucumbido...
e é de lá que ouço
a pergunta
que toda esquina traz
consigo...