De tanto querer lembrar,
esqueci.
Tudo o que cruzei até chegar,
quantas vezes senti o coraçao parar.
Me perdoa, coraçao,
perdi a rota, a direçao.
Nao cuidei
e assim como de la,
eu que nao soube amar.
Deixa quieto agora o amargo,
Nao é de se desconsolar,
nao é regra ter o afago,
nem a atençao tem sempre lugar.
So guarda assim calmo, coraçao,
assim, de vez em quando, sereno,
pra nao correr com a enchente,
o resto tanto de amor entre a gente;
E faz lembrar, coraçao,
Que nao se pode deixar perecer
esse tanto de amor que é o aue faz viver.
samedi 12 mars 2011
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