vendredi 13 novembre 2009

Para

De olhos apertados caber você no meu sorriso.
Te vi bonito, cheiro de gente,
desce doce em minha garganta.
Assim calado, tanto fala que devagar
tanto faz e faz.
E em sorriso e voz que ressoa,
Me traz perto, não vai, não me deixa ir.

De certo que tudo é um pouco cedo,
E cedo tudo um pouco,
mas só hoje,
Certo é que não houve ,
engano não tinha
pra você versos meus,

Agora, respiram fundo e sentem
cheirinho de gente, aguando nó,
Se perguntando por quês, do ques, que vês.

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