Desengano milagre,
quebro o pote,
caem moedas e um coração
Vermelho forte,
foi ficando branco gelo
De véu remendo,
silencioso no cotovelo.
Acena do vagão
tudo agora é não,
quente em mim,
ficando frio assim.
Pra desembocar ainda salgada água,
me engole doce a alma
Ou engole doce alma pra mergulhar salgado corpo
Tudo em volta tem luz vertical,
Banho de verde e lentidão gelada
Água minha.
Me leva longe, sussurra concha em mim.
jeudi 5 novembre 2009
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1 commentaire:
"Pra desembocar ainda salgada água,
me engole doce a alma
Ou engole doce alma pra mergulhar salgado corpo".
Melhor assim.
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