É o mundo não parar
diante do pedido
da mulher prenha
É os seres de todas as ordens
não abrirem alas
para a passagem da rainha maior
e, em seguida,
de sua majestade, bebê.
É essa máquina falida e pálida
seguir matando
enquanto o novelo de amor sublime
se trama, nó a nó
infinitas linhagens de ambivalente cuidado
É todos os dias repetir o óbvio
e ainda lamentar o abandono
Porque essa gente desmemoriada
e ingrata não aprendeu a rezar
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