Há um dia dedicado aos mortos todos os anos
e a morte nos acompanha todos os dias.
Uma cena de 6 minutos. A morte de um homem.
Nos braços de uma desconhecida.
Minhas retinas paralisaram com a proximidade.
Os mortos nos cercam de amor
no silêncio de suas invisibilidades
No vento, na água, na sombra, nos acasos.
Li ontem, uma frase que eu escreveria para meu pai:
"você partiu no meio da frase."
Por enquanto, continuo aqui
de carne e osso.
lundi 7 novembre 2016
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