Sob nuvens espessas,
chuvas torrenciais
e sol escaldante,
Só o que sobrevive
é um amor inteiro
de bases não geográficas,
que flutua pelas mãos
que se agarram,
pelos ombros
que se fazem casa,
pelo olhar cúmplice
e a fé
de que tudo
vai ficar bem
dimanche 29 décembre 2013
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1 commentaire:
Esse poema me emociona profundamente, o preferido até então, parabéns por tê-lo concebido. Que venham outros!
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