dimanche 29 décembre 2013

Amor de sangue

Sob nuvens espessas,
chuvas torrenciais
 e sol escaldante,
Só o que sobrevive
 é um amor inteiro
de bases não geográficas,
 que flutua pelas mãos
que se agarram,
pelos ombros
que se fazem casa,
pelo olhar cúmplice
e a fé
de que tudo
vai ficar bem

1 commentaire:

Emmanuel Mirdad a dit…

Esse poema me emociona profundamente, o preferido até então, parabéns por tê-lo concebido. Que venham outros!