O presente me revela:
ausência e presença;
contraditória moeda
de dois...
tantos...
lados.
Me ausento
pois ainda há
espaços vazios
e partes mal encaixadas
de mim
em mim.
Quando sou presença,
estou inteira,
consigo costurar
quase todos os fios
meus.
Quase sempre
é o presente que
me traz,
me faz
presença.
Quando sou ausência
são eles
os devaneios
quase sempre
do passado
que me dispersam
em meu corpo...
E este,
ainda que invólucro
constituído de tecido único:
pele,
Não dá conta
de me fazer presente...
e me distraio novamente.
vendredi 13 septembre 2013
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