Ralador de gelo de Deus.
Da Janela, que tarda a clarear,
O escuro hoje amanheceu clarinho, clarinho.
Os galhos, tristes e secos, coitados,
Se levantaram acompanhados,
acolchoados na companhia branca macia,
Os carros calorentos,
despertaram fresquinhos,
geladeiras ambulantes
Carregando seus produtos congelados.
E eu, aqui, brigando com o sono,
Sem saber que lá fora já me esperava
branco o dia.
Aucun commentaire:
Enregistrer un commentaire