dimanche 23 avril 2006

Em algum dia perdido do outono de 2005, ela pausou os minutos e contemplou.


" Suas mãos, agora suaves, escorregavam com doçura e delicadeza do alto da minha nuca até o cox. Aquela existência agressiva de minutos atrás tinha o poder de se transformar no toque sutil das pessoas que amam... Mesmo que não fosse amor.
O que eu sentia era tão simples que trazia uma tranqüilidade angustiante, eram mãos grandes, mãos humanas de sexo oposto, desconectadas de seu instinto animal, apegando-se ao que há de mais belo em cada corpo: o prazer de se compartilhar pela espontânea vontade de. E era um movimento infinito de idas e vindas nas mesmas costas, talvez nos mesmos pontos, mas a sensação era única, era nova e absurda a cada passagem... Era como um feixe de luz, nascendo da carne pelo toque."

3 commentaires:

Anonyme a dit…

faltou o ar...



suspiros e mais suspiros...


nada pra dizer.

Marti a dit…

Você é foda. Pena que você só mente.

Anonyme a dit…

"tranqüilidade angustiante"

porque você me define tão bem fêu..??

tô começando a acreditar naquela história desermos almas gêmeas.. ou, compartilharmos o mesmo inferno astral..

=**