São sempre ciclos. Estamos em 2005, a história se "repete".
A minha bicicleta aprendeu a andar sozinha. Assim não passaria horas trancada dentro da garagem suja, esperando a boa vontade de sua dona para poder enxergar a luz do sol. Minha bicicleta caminhava só. Com suas duas circunferências magras, percorria chãos de pedra e barro, via insetos, bichos de pêlo e pessoas. O mundo era um infinito de curiosidades e ela se bastava, ia metro após metro numa calmaria boa de cidade do interior... E poderia ser qualquer cidade... Nunca esqueceria da música que toca quando acontece o atrito entre bicicleta e chão. Assim ela continuava a jornada de sua vida, em pequenos gigantes passeios solitários tão bem acompanhados...
mardi 18 octobre 2005
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1 commentaire:
Gostei! e esse de baixo tbm ta bem legal!
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