Tenho me regurgitado em palavras
escrevo sem medir esforços
minha pele explode
pequenos vulcões que reclamam
o toque
Pedem fricção como minha palavra pede arrego
transmutada entre as sílabas e os rugidos
outras fêmeas me alimentam
enquanto da víscera aos dedos
contorno esses escuros
Minha pele me diz
que nossa superfície é de contato
e já não calo caibo guardo
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