Com as mãos afoitas, aflitas, corro,
Do amor escorrendo
pelas fendas do coração partido
recolho veloz cada gota,
Remendo os estilhaços,
junto em concha todo o vestígio,
Sopro morno as fendas
que se abriram
Até se unirem novamente...
O mesmo ninho incandescente
Vívido aos poucos retorna
A chama se reergue
Pelas mãos, pelo calor,
pelo olhar e pela força
do amor que está entre.
vendredi 6 juillet 2018
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