mardi 12 mai 2009

Sinto o cheiro de novo.

Oscilo entre a saudade do passado sem-par,
a esperança de uma retomada fantástica,
e a coragem fugidia de abraçar o escuro.


As manhãs vão se levantando como se aguardassem
São sempre a expectativa do que pode ser esse dia.
Há meses, elas esperam.


A construção me acorda ensurdecedora,
a me questionar "e então",
tudo que me olha espera uma decisão.


Meus passos já não aguentam,
andam cansados de titubear,
ora centro, ora longe,
ora perto, ora distante.


Até que chegará o momento do sim,
Quando a construção
será desconstrução,
E as manhãs não mais me perguntarão


O escuro arredio me enlaçará sem escrúpulos,
Eu o desejarei sem pudor,
Sentirei o novo deslizar forte pelos meus sentidos,
E tudo será composto de novos rumos.

4 commentaires:

acende um versinho a dit…

Tudo novo!
Lindo Feu!
E lindo o layout novo!

Anonyme a dit…

Formatura!

Lua a dit…

amei!!!!
mesmo que opte pelo escuro, não estará sozinha

Fernanda Félix a dit…

eta nóis....!!